Não é tão ruim! Não é tão ruim! - minha mente tentava me confortar. Era verdade. Não era tão ruim. Não era o fim do mundo, não de novo. Era só o fim daquela pequena paz que havia ficado para trás. Era só isso.
Não é tão ruim, concordei, depois acrescentei: mas é ruim o bastante.
Pensei que Jake estivesse curando o buraco que havia em mim - ou pelo menos o estivesse cobrindo, impedindo que me doesse tanto. Eu estava errada. Ele estava apenas cavando um buraco só dele, e agora eu estava furada como queijo suíço. Imaginei por que eu não me desfazia em pedaços. Afinal, de quantas outras formas diferentes um coração podia ser machucado, e ainda sim continuar batendo?